terça-feira, 23 de abril de 2013

CineAFEP



O Cine AFEP é um evento organizado pela Coordenadoria de Eventos da AFEP, mas que envolve todos os membros da entidade. O público alvo são as crianças e adolescentes do bairro Jardim das Hortênsias. Ocorre duas vezes ao ano, uma vez por semestre.

O objetivo deste evento é a partir da exibição de um filme, desenvolver uma dinâmica que construa uma visão crítica sobre temática que envolve a história do filme. Os últimos temas foram Gravidez na Adolescência (Juno), Planos futuros e sonhos (Coach Carter) e Doenças Sexualmente Transmissíveis (Cazuza). Todos os temas são sugeridos pelas agentes comunitárias.

Antes da exibição do filme é realizado um primeiro questionário em relação ao tema a ser abordado e após a exibição realiza-se um outro questionário para ver o que as crianças e adolescentes aprenderam.

Durante o evento são realizados dois coffee break, um antes da exibição do filme e outro após o término.

Promovemos momentos de lazer e descontração para as crianças e adolescentes do bairro. Eles vêm conhecer nossa universidade e se divertem!


Maisa Ikeda 
Coordenadoria do Científico
Gestao 2012/2013


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Dia Mundial de Combate ao Câncer



O dia Mundial de Combate ao Câncer é comemorado no dia 08 de Abril, e foi criado pela Organização Mundial de Saúde para que organizações ao redor do mundo se reúnam para ajudar na prevenção e dar força aos pacientes que lutam contra o câncer, visto que a doença vem crescendo continuamente nas últimas duas décadas, e o número de pessoas com a doença deve crescer mais de 75% no mundo todo até o ano de 2030. E é importante conscientizar a população sobre alguns dados, uma vez que a AFEP trabalha com idosos, e acaba se deparando com essa doença diversas vezes, já que é uma doença comum hoje em dia, principalmente em pessoas de idade.

Estima-se que, anualmente, sejam diagnosticados mais de 12 milhões de casos de câncer em todo mundo, causando mais de 7 milhões de mortes. O tratamento do câncer pode ser feito através de quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula óssea.



Vale destacar que, no Brasil, todos os pacientes com a doença podem obter tratamento gratuito na rede pública de saúde, incluindo novas terapias.  O paciente tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir do dia em que for confirmado o diagnóstico em laudo médico ou em prazo menor, conforme a necessidade. Pacientes com câncer também têm acesso privilegiado para a obtenção de remédios para tratar a doença.


O Ministério da Saúde intensificou estratégias para ampliar o acesso da população aos serviços públicos de diagnóstico e tratamento de câncer. No caso das mulheres, por exemplo, a oferta do serviço de mamografia móvel contribui para ampliar o número de mulheres, na faixa etária prioritária (50 a 69 anos), que devem se submeter ao exame de mamografia e que vivem, preferencialmente, em áreas remotas e de difícil acesso.
A prevenção nada mais é do que ter uma alimentação saudável, uma rotina de atividade física regular e ir ao médico anualmente seguindo as orientações dadas. São medidas adotadas que podem evitar o surgimento dessa e de outras doenças benignas e malignas.






Pedro Henrique de Oliveira
Coordenadoria do Científico
Gestão 2012/2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Dia Mundial da Saude


É comemorado no dia 07 de abril e tem como objetivo a conscientização das pessoas sobre a importância da saúde nas suas vidas e diariamente, incluindo a prevenção.

O Dia Mundial da Saude foi criado pela Organização Mundial de Saude (OMS), em 1948, devido a preocupação dos integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas em todo o mundo, bem como, alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população mundial. É realizado sempre na mesma data, como forma de celebrar o aniversário da criação da entidade.

Neste ano, a OMS elegeu como tema a hipertensão, pois trata de um problema de saúde pública, já que contribui para a maioria dos casos de doença cardiovascular, derrame, falência dos rins, invalidez e morte prematura.

E a AFEP (Atenção Farmacêutica Estudantil Permanente) contribui com a promoção da saúde não somente em um único dia do ano, mas ao longo de todo ele. Há 12 anos proporciona saúde à população de Araraquara, através da Atenção Farmacêutica.

São vários os projetos desenvolvidos: acompanhamento farmacoterapêutico de famílias que utilizam o Estratégia da Saude da Familia (ESF) do bairro Jardim das Hortênsias e, também, de idosos do Centro de Referência do Idoso de Araraquara (CRIA), realiza-se a aferição da pressão, teste de glicemia capilar, além do acompanhamento da circunferência abdominal e do peso.
Feira de Saude

Outro projeto da AFEP é a Feira de Saude, que ocorre em uma escola do bairro mencionado acima, cuja finalidade é promover a saúde da população por meio da orientação e prestação de serviços, através da abordagem dos seguintes temas: hipertensão arterial, diabetes, farmacoterapia e sobre hábitos saudáveis, além da verificação da glicemia e da pressão arterial.

Além das atividades relatadas, a AFEP possui uma voltada para crianças e adolescentes, o Cine AFEP, em que aquelas e estes são levados até a faculdade para uma sessão de cinema, em que são abordados temas importantes para esta faixa etária, tais como: sexo na adolescência, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), carreira, dentre outros. No último Cine AFEP realizado, o tema abordado foi AIDS e o filme utilizado, “Cazuza – o tempo não para”.


Elinéia Rosa

Coordenadoria do Científico
Gestão 2012/2013

quarta-feira, 3 de abril de 2013

AUTISMO: Venha conhecer um pouco sobre essa doença!




O Dia Mundial do Autismo, anualmente em 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas, em 18 de Dezembro de 2007, para a conscientização acerca dessa questão. 
Autismo é um transtorno global do desenvolvimento, marcado por três características fundamentais: inabilidade para interagir socialmente, dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se e padrão de comportamento restritivo e repetitivo. O grau de comprometimento é de intensidade variável, e vai desde quadros leves, como apenas comprometimento da fala, até formas graves em que a pessoa portadora de autismo possui um comprometimento agressivo e retardo mental. É uma doença que atinge mais meninos que meninas e, segundo estimativa da ONU, há 70 milhões de autistas em todo mundo.
O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva ao autismo. Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. Hoje, tem-se pensado que fatores genéticos podem ter grande influência no processo.
Os sintomas do autismo, normalmente,  podem ser identificados antes da criança completar três anos e podem ser divididos em 3 grupos: ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental, o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação e, por ultimo,  domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.
O autismo tem o seu diagnóstico essencialmente clínico, norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS). Hoje, o tratamento do autismo não se prende a uma única terapêutica. O uso de medicamentos, que antes desempenhava um papel de fundamental importância no tratamento (devido à crença da relação do autismo com os quadros psicóticos do adulto), passa a ter a função de apenas aliviar os sintomas do autista para que outras abordagens, como a reabilitação e a educação especial, possam ser adotadas e tenham resultados eficazes.
As principais drogas que podem ser utilizadas no tratamento são os neurolépticos, utilizados para reduzir os sintomas do austismo. Têm uma resposta geralmente boa, e conseqüente melhoria do aprendizado, embora possa apresentar efeitos colaterais como: sedação excessiva, reações distônicas (rigidez mulcular), discinesia (alteração do movimento muscular) e efeitos parkinsonianos (tremor). As anfetaminas, utilizadas na tentativa de diminuir a hiperatividade e melhorar a atenção, mas têm como efeitos colaterais o aparecimento de excitação motora, a irritabilidade e a diminuição do apetite, e os Anti-opióides, utilizados no tratamento de dependência a drogas, têm sua ação principalmente em quadros de auto-agressividade, provoca tranquilização, diminuição da hiperatividade, da impulsividade, da repetição persistente de atos, palavras ou frases sem sentido (estereotipias) e da agressividade, causando como efeito colateral a hipoatividade.


E você tem consciência sobre o que é o autismo?


Natalia Salomão
Coordenadoria do Científico
Gestão 2012/2013



quinta-feira, 28 de março de 2013

Medicamento para hemofílicos estará à disposição no SUS em até seis meses

A hemofilia é uma doença genético-hereditária caracterizada pela desordem no mecanismo de coagulação do sangue e manifestada quase exclusivamente no sexo masculino.
Pelo descontrole da coagulação sanguínea, os hemofílicos correm o risco de apresentarem processos hemorrágicos frequentes. Devido à gravidade da doença, o tratamento da mesma deve ser realizado corretamente.
Com a oferta gratuita de um medicamento de alta tecnologia no controle de sangramentos para pacientes com hemofilia, cerca de 10 mil brasileiros serão beneficiados. O Ministério da Saúde aprovou no dia 7 de março de 2013 o uso do fator VIII recombinante, que estará disponível em até seis meses nos hemocentros do país, para esse tipo de tratamento.
Além disso, o Brasil também passará a produzir nacionalmente o medicamento, por meio de transferência de tecnologia. É o resultado da Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) firmada em outubro de 2012 com a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás). Por meio da PDP entre a Hemobrás e o laboratório privado americano Baxter, o Brasil irá incorporar a tecnologia e no decorrer dos próximos 10 anos passará a produzir o medicamento.
“A expectativa é de que o ministério passe a adquirir o medicamento a preço quatro vezes menor do que o valor médio atual pago para atender a demandas judiciais. Com a mesma eficácia e segurança que o do fator plasmático, já ofertado no SUS, o novo medicamento tem a vantagem de não depender de doações de sangue, o que limita a produção.”
“Estudos apontam que a taxa de sucesso no tratamento com o fator VIII recombinante é igual ou superior a 90%. Atualmente, 97% dos tratamentos para hemofilia realizados no SUS ocorrem com uso de plasma humano (plasmático). Atualmente, apenas três empresas no mundo produzem a droga.”
Fonte: http://portal.crfsp.org.br/noticias/4134-distribuicao-gratuita.html

Clique e veja esse infográfico sobre a hemofilia:

Thais Emboaba de Oliveira
                                                                                     Coordenadoria do Científico
Gestão 2012/2013

Dia da Incontinência Urinária - 14 de março



Ainda que os avanços tecnológicos estejam cada vez mais visíveis e ajudem muito na melhoria da qualidade de vida do ser humano, é fato que estamos cada vez mais frágeis e suscetíveis a doenças dos mais diversos gêneros. Geralmente, isso se agrava ainda mais quando se trata de pessoas com idade mais avançada, os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do país e são os principais alvos da doença chamada: Incontinência Urinária.


Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a Incontinência Urinária afeta 1 em cada 25 pessoas no Brasil. Essa doença, que é mais comum em pessoas idosas, consiste em perda involuntária de urina. O que ocorre é que a pressão dentro da bexiga excede aquela que se verifica dentro da uretra, ou seja, há um aumento considerável da pressão para urinar dentro da bexiga, isso ocorre durante a fase de enchimento do ciclo de micção. E essa patologia pode causar muito constrangimento às pessoas afetadas, e o sintoma inicial é a perda de urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício ou movimenta-se.


Nessa faixa etária, as mulheres são duas vezes mais afetadas, atingindo cerca de 25% das mulheres após a menopausa. “Mas, ao contrário da crença popular, a doença não é uma consequência normal da idade, embora os músculos do trato urinário possam perder algum tônus quando nós envelhecemos”, diz a endocrinologista do Bronstein Medicina Diagnóstica/ DASA, YollandaSchrank.


A doença pode ainda ser transitória, e as causas são diversas: infecção urinária, constipação intestinal, uso de certos medicamentos, obesidade, desordens psicológicas ou associada à deficiência de estrogênio. Nestes casos, pode haver reversão da incontinência após o tratamento da causa. No entanto se houver persistências dos sintomas e até mesmo piora progressiva, está caracterizada a incontinência persistente. Nas mulheres, também é comum que a incontinência aconteça após o parto ou após cirurgias ginecológicas.


Muitos dos que sofrem com essa patologia se isolam com medo de passar por alguma situação constrangedora durante suas atividades diárias ou pela falta de um toalete disponível. A pessoa com Incontinência Urinária adapta sua rotina para fugir do desconforto dos sintomas: deixa de viajar, de ir a uma festa e evita até mesmo atividades rotineiras, como trabalhar, ir ao banco e fazer compras.


Se o problema não for tratado, o isolamento pode inclusive resultar em quadros de depressão. No caso dos idosos, a disfunção pode aumentar o risco de quedas e fraturas. Isso porque os pacientes com bexiga hiperativa sentem a vontade súbita de urinar e correm para o toalete.

É importante ressaltar que na maioria dos pacientes que sofrem desse male, a incontinência persistente pode ser melhorada com o tratamento apropriado, seja medicamentoso, comportamental ou através de exercícios para a musculatura pélvica e perineal. Em casos extremos, está indicado o tratamento cirúrgico para reparar o mau funcionamento dos músculos ou tecidos do trato urinário.

Na presença de sintomas sugestivos de incontinência urinária um médico urologista deve ser consultado para fazer o diagnóstico da causa e individualizar o tratamento, que pode passar pelo emagrecimento, até a fisioterapia. Sendo assim, o dia da Incontinência Urinária é de muita importância não só para os profissionais da saúde conhecer mais sobre esse assunto, mas principalmente para sensibilizar o público para esta patologia, alertando para modos de identificar o problema, tratamentos apropriados e impactos negativos na qualidade de vida dos afetados.                      



Isadora Dantas Lunardi
Coordenadoria do Científico
Gestão 2012/2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

Análise científica sugere restrição ao diclofenaco


 Uma análise foi feita por especialistas do Instituto de Pesquisa William Harvey, em Londres, e do Instituto para Ciências de Avaliação Clínica, no Canadá, sugere que o diclofenaco deixe de fazer parte das listas nacionais de medicamentos essenciais devido ao seu alto risco cardiovascular. Para os autores do trabalho, também, seria importante que as autorizações para o marketing do remédio ao redor do mundo fossem revogadas.

"O diclofenaco não oferece maiores vantagens em termos de segurança gastrointestinal. Dada a disponibilidade de alternativas mais seguras, o remédio deveria ser removido da lista de drogas essenciais dos países", escreveram os pesquisadores.

O diclofenaco é um anti-inflamatório não esteroides prescritos para controlar dor, febre e a inflamação. Dentre os efeitos colaterais já previstos, os fármacos dessa classe elevam o risco do paciente sofrer algum evento cardiovascular, como ataque cardíaco ou derrame cerebral. Da mesma forma, os especialistas sabem que o diclofenaco pode aumentar essa chance mais do que qualquer outro medicamento como, por exemplo, ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e o naproxeno.

O risco cardiovascular do diclofenaco é equivalente ao apresentado pelo Vioxx (rofecoxib), que um dia já foi o anti-inflamatório mais vendido no Brasil e cuja venda foi proibida 2004 justamente pelo risco que apresentava ao coração.

Por ser um dos anti-inflamatórios mais vendidos no mundo, ele merece atenção especial. Recomenda-se o uso somente sob prescrição médica e acompanhamento constante do tratamento. 


                   
Luis Fernando Guerta Salina
Coordenadoria Científico
Gestão 2012/2013