A AFEP é uma entidade vinculada a FCF - UNESP Araraquara. Realizamos atenção farmacêutica domiciliar, promovendo saúde à população.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Prevenção do HPV: Uma questão de saúde pública
Segundo uma das principais
revistas médicas do mundo, British Medical Journal, exames ginecológicos
regulares levam as chances de se sobreviver ao câncer de colo de útero a 92%.
Médicos recomendam que todas as
mulheres sexualmente ativas façam o exame de papanicolau pelo menos uma vez ao
ano. Nele, uma pequena amostra do colo do útero é retirada e levada para
análise, e a partir dela, pode-se detectar o câncer na região já em seus
primeiros estágios, antes do aparecimento de sintomas.
De acordo com o Instituto
Nacional do Câncer, o INCA, o câncer de colo de útero também chamado de
cervical, demora anos para se desenvolver. Alterações das células que podem
desencadear o câncer são descobertas facilmente no exame preventivo, o
papanicolau.
O HPV é responsável por lesões
conhecidas como papilomas e, no caso dos tipos severos, pode causar tumores
malignos não só em regiões genitais como vagina e pênis, mas também na boca,
faringe e no ânus.
As vacinas disponíveis hoje no
mundo não garantem imunidade contra todos os subtipos de HPV, sendo registradas
pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) as vacinas quadrivalente
(HPV 6,11,16 e 18) e bivalente (HPV 16 e 18) contra o câncer do colo do útero,
indicadas para mulheres com idade entre 9 e 26 anos.
Segundo o médico alemão Harald zur
Hausen, os homens, em geral, não estão informados quanto ao perigo de contrair
o vírus. A incidência de tumor maligno no ânus é maior em homens e é
manifestado pelo mesmo tipo de infecção do HPV.
Visto esses dados é evidente que HPV é uma questão de saúde pública
atual. Sendo assim, investimentos governamentais em campanhas que visem a
conscientização da população deveriam ser mais exploradas para que haja
diminuição da incidência de câncer de colo de útero e propagação do vírus.
Natália Salomão
Coordenadoria do
Científico
Gestão 2011/2012
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quinta-feira, 8 de março de 2012
TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS NO BRASIL: um sinal de desenvolvimento na Saúde Pública do país
Nos últimos anos o Brasil vem vivendo um
período de grandes mudanças positivas que sinalizam o desenvolvimento que todos
nós, brasileiros, tanto objetivamos.
Um segmento do país que desperta a atenção de
todos é a área da saúde pública, cujos progressos relacionados à sua gestão,
apesar de pouco anunciados, vem sendo revelados através de números recordes e
satisfação por um grande número de cidadãos.
Como exemplo, temos o número recorde de 23.397
transplantes de órgãos realizados no ano de 2011 em todo o país, o qual é
atribuído ao aumento do número de centros transplantadores e, também, ao
aumento do número de comitês de captação de órgãos (equipes responsáveis por
identificar eventuais doadores). Esse número representou o maior aumento
verificado nos últimos 10 anos, refletindo na manutenção e no aumento da
esperança de todos aqueles que esperam a tanto tempo por sua vez.
Dentre os transplantes mais abordados atualmente
na mídia, destaca-se o transplante de medula óssea, o qual, no ano passado,
também revelou números recordes na rede pública do país, expresso por um
aumento de 40% em relação aos valores observados no ano de 2010. Tal fato é
atribuído principalmente ao movimento solidário de uma grande legião de
cidadãos, que através da realização de campanhas conseguem mobilizar inúmeras
pessoas contribuindo, dessa forma, para o enriquecimento do banco de
voluntários disponível para possíveis doações em todo o mundo. Graças a esses
movimentos, o Brasil tem, atualmente, o terceiro maior banco de medula óssea do
mundo, constituído por 2,5 milhões de cadastrados, perdendo apenas para o dos
Estados Unidos e o da Alemanha. Dessa maneira, o tempo médio na fila de espera
diminuiu significativamente, correspondendo a aproximadamente 5 meses além de
que a chance de encontrar um doador compatível nos bancos de medula, passou de
10% em 2000 para 70% em 2011, refletindo os resultados da colaboração e
motivação de toda uma nação.
Vale ressaltar que somado a esses fatores um
aumento na perspectiva de se encontrar um doador nesses bancos se amplifica a
medida que a miscigenação genética da população brasileira se torna cada vez
mais presente.
Neste sentido, devemos caminhar juntamente com
o país para o seu progresso e o seu constante desenvolvimento na área da saúde,
mantendo-nos motivados a colaborar e, dessa forma, regar a semente da esperança
na vida de muitos brasileiros.
Caroline Pagotto
Coordenadoria do Científico
Gestão 2011/2012
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Como deixar a sua fritura menos nociva!!!
Todas as pessoas, principalmente os universitários, adoram uma fritura, seja ela no salgadinho, na batata frita ou no hambúrguer. Mas o que nós não sabemos é que podemos diminuir os efeitos nocivos que esse vilão delicioso da cozinha nos causa quando o consumimos.
Para que isso seja possível, essa reportagem nos traz 8 simples passos para que possamos diminuir os danos causados pela fritura.
http://minhavida.uol.com.br/conteudo/14666-deixe-a-sua-fritura-menos-nociva-em-oito-passos.htm?ordem=1#gal
Para que isso seja possível, essa reportagem nos traz 8 simples passos para que possamos diminuir os danos causados pela fritura.
http://minhavida.uol.com.br/conteudo/14666-deixe-a-sua-fritura-menos-nociva-em-oito-passos.htm?ordem=1#gal
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Vídeo - Voluntário
Esse vídeo é bem legal e nos inspira a continuar com nosso trabalho na AFEP.
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