terça-feira, 5 de junho de 2012

Comunicado para quem não pode comparecer na troca de gestão.

Oi pessoal!

Hoje foi a Apresentação das Coordenadorias da AFEP (1ª parte da Troca de Gestão).
A Troca de Gestão efetiva será no dia 12/06 as 12:30 na sala 07(centro). Nesta reunião os novos membros farão a escolha de qual/quais coordenadoria participará.


Quem por algum motivo não pode ir hoje, mande uma mensagem InBox pra Tatiane Ribeiro ou pra Isabela Leite. Ainda dá tempo de fazer parte do novo time da AFEP!


Lembrando que provavelmente as reuniões do semestre que vem serão as quintas-feiras no Campus! 


Se você tem aula no Campus este semestre e tem interesse em participar, não deixe de comparecer! As reuniões serão programadas para terminar mais cedo, de forma que não prejudique ninguém.


A AFEP agradece a presença de todos que compareceram e aguardamos você que tem interesse em participar de nossa entidade!


Contato:

Tatiane: https://www.facebook.com/xtatiribeiro
Isabela: https://www.facebook.com/isabela.leite.165

Guilherme Rosa do Nascimento
Coordenadoria do Marketing
Gestão 2011/2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Coffee da AFEP foi um sucesso!


Mangas arregaçadas, frango na panela de pressão, muita massa de bolo e muita expectativa. Assim foram os preparativos para o Coffee da AFEP, que ocorreu no dia 30/05, no saguão de alimentos da Faculdade de Ciência Farmacêuticas - UNESP Araraquara.

No cardápio havia bolo de chocolate, pate de frango, pate de cebola e alho com bolachinhas, e suco de laranja.
Tudo bem simplesinho mesmo.

Porém o grande propósito do evento foi trazer os alunos da faculdade para mais próximo da entidade, e assim iniciar um dialogo com eles, criado um momento em que as dúvidas sobre nós e nosso trabalho pudessem ser solucionadas.
Além de também mostrar para todos a "cara" da nossa entidade, e nosso posicionamento, não só frente a universidade, mas também no âmbito farmacêutico em geral.

Para isso enquanto o Coffee rolava, logo ao lado, havia um estande expositivo onde estavam os principais materiais que a AFEP usa para realizar a atenção farmacêutica, com nossos membros explicando sobre nossos trabalhos e estrutura interna.

O evento foi um sucesso e contou com a presença de muitos alunos da  faculdade.

Esse resultado nos faz muito feliz, nos deixando com aquela sensação de "missão cumprida".
Pois essa nossa missão é a expansão do conhecimento e do valor da atenção farmacêutica para farmacêuticos e futuros farmacêuticos, que através do seu trabalho trarão melhora na qualidade de vida da população em geral.

Agradecemos ao todos os nossos membros que contribuíram para que esse evento acontecesse, e agradecemos a todos os participantes.

Esperamos que continuem frenquentando nossos eventos, e que também participem da nossa entidade como membros, para que juntos possamos realizar esse trabalho que gostamos tanto: Atenção Farmacêutica.

Confira mais fotos do evento:








Guilherme Rosa do Nascimento
Coordenadoria do Marketing
Gestão 2011/2012


quarta-feira, 21 de março de 2012

Prevenção do HPV: Uma questão de saúde pública


Segundo uma das principais revistas médicas do mundo, British Medical Journal, exames ginecológicos regulares levam as chances de se sobreviver ao câncer de colo de útero a 92%.

Médicos recomendam que todas as mulheres sexualmente ativas façam o exame de papanicolau pelo menos uma vez ao ano. Nele, uma pequena amostra do colo do útero é retirada e levada para análise, e a partir dela, pode-se detectar o câncer na região já em seus primeiros estágios, antes do aparecimento de sintomas.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o INCA, o câncer de colo de útero também chamado de cervical, demora anos para se desenvolver. Alterações das células que podem desencadear o câncer são descobertas facilmente no exame preventivo, o papanicolau. 

A principal alteração que pode levar a esse tipo de câncer é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, com alguns subtipos de alto risco (16, 18, 31, 33, 45, 58) e relacionados a tumores malignos.

O HPV é responsável por lesões conhecidas como papilomas e, no caso dos tipos severos, pode causar tumores malignos não só em regiões genitais como vagina e pênis, mas também na boca, faringe e no ânus.

As vacinas disponíveis hoje no mundo não garantem imunidade contra todos os subtipos de HPV, sendo registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) as vacinas quadrivalente (HPV 6,11,16 e 18) e bivalente (HPV 16 e 18) contra o câncer do colo do útero, indicadas para mulheres com idade entre 9 e 26 anos.

Segundo o médico alemão Harald zur Hausen, os homens, em geral, não estão informados quanto ao perigo de contrair o vírus. A incidência de tumor maligno no ânus é maior em homens e é manifestado pelo mesmo tipo de infecção do HPV.

Visto esses dados é evidente que HPV é uma questão de saúde pública atual. Sendo assim, investimentos governamentais em campanhas que visem a conscientização da população deveriam ser mais exploradas para que haja diminuição da incidência de câncer de colo de útero e propagação do vírus.


Natália Salomão
Coordenadoria do Científico
Gestão 2011/2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS NO BRASIL: um sinal de desenvolvimento na Saúde Pública do país


Nos últimos anos o Brasil vem vivendo um período de grandes mudanças positivas que sinalizam o desenvolvimento que todos nós, brasileiros, tanto objetivamos.

Um segmento do país que desperta a atenção de todos é a área da saúde pública, cujos progressos relacionados à sua gestão, apesar de pouco anunciados, vem sendo revelados através de números recordes e satisfação por um grande número de cidadãos.

Como exemplo, temos o número recorde de 23.397 transplantes de órgãos realizados no ano de 2011 em todo o país, o qual é atribuído ao aumento do número de centros transplantadores e, também, ao aumento do número de comitês de captação de órgãos (equipes responsáveis por identificar eventuais doadores). Esse número representou o maior aumento verificado nos últimos 10 anos, refletindo na manutenção e no aumento da esperança de todos aqueles que esperam a tanto tempo por sua vez.

Dentre os transplantes mais abordados atualmente na mídia, destaca-se o transplante de medula óssea, o qual, no ano passado, também revelou números recordes na rede pública do país, expresso por um aumento de 40% em relação aos valores observados no ano de 2010. Tal fato é atribuído principalmente ao movimento solidário de uma grande legião de cidadãos, que através da realização de campanhas conseguem mobilizar inúmeras pessoas contribuindo, dessa forma, para o enriquecimento do banco de voluntários disponível para possíveis doações em todo o mundo. Graças a esses movimentos, o Brasil tem, atualmente, o terceiro maior banco de medula óssea do mundo, constituído por 2,5 milhões de cadastrados, perdendo apenas para o dos Estados Unidos e o da Alemanha. Dessa maneira, o tempo médio na fila de espera diminuiu significativamente, correspondendo a aproximadamente 5 meses além de que a chance de encontrar um doador compatível nos bancos de medula, passou de 10% em 2000 para 70% em 2011, refletindo os resultados da colaboração e motivação de toda uma nação.

Vale ressaltar que somado a esses fatores um aumento na perspectiva de se encontrar um doador nesses bancos se amplifica a medida que a miscigenação genética da população brasileira se torna cada vez mais presente.

Neste sentido, devemos caminhar juntamente com o país para o seu progresso e o seu constante desenvolvimento na área da saúde, mantendo-nos motivados a colaborar e, dessa forma, regar a semente da esperança na vida de muitos brasileiros.

Caroline Pagotto
Coordenadoria do Científico
Gestão 2011/2012